“Eu me sinto insegura, incapaz, de fazer você feliz apesar de você afirmar que já o faço. Porque, como você sabe, eu estou morta mas ainda respirando. Meus espinhos estão à superfície da minha pele, minha tempestade está à superfície do meu coração, minha guerra interior está à superfície do meu exterior. E isso, pode causar grandes danos, não só em você, mas também em mim. Nunca me perdoaria se o magoasse, eu o amo de verdade. Amo com tudo o que tenho, e com tudo o que não tenho. Amo sem saber como demonstrar ou explicar. Amo simplesmente.
Você me acalma, acalma esse emaranhado de sentimentos e confusões emocionais. Basta sorrir para mim, basta me abraçar, basta me dizer que me ama. Você é a minha calmaria. Porém até quando você vai conseguir me manter calma? A mim e aos meus sentimentos? Até quando vai conseguir dominar meus espinhos e tocar minha pele? Até quando vai conseguir sobrepor-se à minha tempestade e transforma-la em primavera? Até quando vai conseguir manter a paz interior e, exterior e poder enraizar-se em mim? Até quando?
Eu sei que sou confusa, bipolar, e meia neurótica, mas meu bem, eu só tenho receio do caos e dano que lhe posso causar. Porque eu sou o caos, o erro, o dano. E, infligir isso a você me rasga o coração.”
Redbird.