“O mundo está-se a desvanecer à minha frente. As cores, as formas dos prédios, das casas, das ruas, das cidades, das florestas, de tudo. Tudo está desmoronando, desvanecendo aos meus olhos. E, tudo dentro de mim está colapsando de igual modo. Sinto a minha dor a engolir-me, a engolir tudo dentro de mim. Como um grande buraco negro. Eu tentei, juro que tentei, tentei melhorar, tentei não ser engolida pelo que sinto, só que às vezes as coisas são maiores que nós, e, que a nossa vontade. O reflexo que eu vejo no espelho, eu não reconheço. É uma cara pálida, sem expressão. Com olheiras profundas, e uns olhos vermelhos e sem brilho. Uma alma rasgada, quebrada, sem motivação para sobreviver. Juntamente com um corpo frágil, que luta para sobreviver, para aguentar mais uns pontapés da vida, mas que já fraqueja. Ele não é de ferro, e eu também não. As minhas forças esgotaram-se, e eu não sei se amanhã verei um novo amanhecer ou se irei ver somente escuridão.”
Who cares if one more light goes out?
escrevo poesia
com retalhos do meu coração
e da minha alma,
com sangue nos dedos,
lágrimas nos olhos
e, tormentos na minha mente.
somente escrevo,
porque a tempestade está jorrando de mim,
e eu não sei onde a colocar
além do papel.
redbird.
há muito que eu enxergo a vida a preto e branco,
como se dum filme vintage se tratasse.
e quando escuto coisas que me atingem no coração
(assim como uma espada verdadeira estivesse
a jorrar a vida de mim)
parece que o mundo fica completamente negro,
enxergo a minha vida numa completa escuridão.
perco todas as esperanças num mundo melhor,
ou numa vida melhor,
sempre que uma pessoa que eu amo
me machuca, de novo e de novo.
como podemos confiar em alguém
quando até as pessoas mais próximas
nos ferem deliberadamente?
somos todos humanos,
e erramos,
mas no fundo,
o mundo se habituou a não dar valor,
a menosprezar quem ama, e cuida,
e fica apesar de todas as adversidades.
e, o mundo para mim,
só tem cor, forma, e resquícios de esperança,
quando você amor, chega e me abraça.
então não demora,
porque eu preciso do seu abraço.
redbird.
“O sol está raiando de novo, mostrando ao mundo que é um novo dia. Mas será que é? Será que para o mundo é um novo dia, ou é só mais um dia? Será que esse novo dia, é bom ou a mesma escrotidão de sempre? Para mim não é um bom dia, não é uma boa semana, nem um bom mês. É tudo péssimo, porque a minha vida é péssima. Só encontro dor, e mais dor, e mais dor. E, sabe o que é pior? Não saber exatamente quando isso começou. Quando é que a minha vida começou a afundar, e a inundar-me de desilusões, coração quebrado, dor, sofrimento, ingratidão, abandono, solidão (…). É verdade, não podemos deixar esses sentimentos negativos toldar os positivos. Mas por vezes se torna complicado não olhar só para os negativos. Porque é mais disso que existe, do que coisas positivas. E, é nestes momentos, que eu te enxergo, te vejo do meu lado, a segurar a minha mão. “Vai ficar tudo bem, eu estou aqui agora.”, eu acredito em você por uns momentos, mas depois quando eu estiver sozinha, no escuro do meu quarto? Eu vou chorar, desabar, e gritar para a noite. Porque a dor é maior. E ela me enfraquece.”
Redbird.
“Olho para o meu reflexo e não me reconheço mais naquela figura reflectida no espelho. Acho que o tempo afinal não cura nada, além de amenizar. E, eu continuo a ser uma estranha para mim própria, onde a dor é a principal moradora.
O fundo do poço já não está tão longe assim como há uns meses atrás. Está cada vez mais perto, e eu não vejo saída. Só enxergo escuridão, a doce e acolhedora escuridão. Diga-me, o que eu faço quando a única coisa que eu quero é desaparecer desse mundo? O que eu faço quando tudo à minha volta está a desmoronar, e eu não consigo evitar ir junto? O que eu posso fazer para sair deste abismo que me come mais a cada dia que passa? Diga-me, porque eu já não sei mais o que fazer.”
Redbird.
“Após muitas análises, cheguei finalmente a uma conclusão. Chega a um momento da vida em que as pessoas que são intensas demais, não só em relacionamentos amorosos mas também em amizades, acabam por ficar com nada dessa intensidade. Nem amores transbordantes, nem amores rasos, nem amizades transbordantes, nem amizades rasas. Muito menos as feridas ou cicatrizes que, por as pessoas serem tão intensas, acabavam sempre por adquirir depois duma desilusão ou faca nas costas.
Sempre me questionei o porquê de ser eu a sentir tudo demais, de ser eu a sofrer e a levar golpes na minha alma. Nunca soube bem porquê, mas hoje já tenho a noção que as pessoas de verdade são assim. Intensas, com um coração enorme, um mundo dentro da mente e da alma, e um par de cicatrizes e feridas na alma e no corpo. Nem todo o mundo enxerga isso, e continuam a fazer “trinta por uma linha”. E nós? Nós vamos levando a nossa vida, sofrendo, desmaiando, caminhando com os pés cheios de feridas, um coração que já nem coração é, e uma alma desgastada e sem lugar para mais nenhuma cicatriz. De tão desgastados que estamos, nossa intensidade deixa de existir, nossa vontade de viver é zero, e a nossa mente deixa de ter a beleza de antes. Acho que é nesse momento, onde todos os sentimentos se desvanecem e o que sobra é simplesmente um vazio, que, nos transformamos num abismo existencial. Porque esse vazio, é um vazio tão infinito, doloroso e, que nem um sentimento cabe mais dentro de nós por medo de ser sugado para dentro do abismo.
Acho que por maneira a se proteger, a nossa essência se torna num vazio emocional. No fundo todo o mundo se cansa, e por isso, a gente muda e, mudamos para o que a nossa mente acha mais correto e mais acolhedor. Por mais que haja sofrimento na mesma, o vazio é sempre melhor do que ser açoitado por todo o mundo e ter uma dor constante em seu peito.”
Redbird, em conversa com Jadson Lemos.
“Estou transbordando de sentimentos. Sentimentos esses que não sei como explicar, nem como eles se encontram aqui dentro de mim. Sinto-os aqui a sambar com sapato agulha no meu peito que já sangra. Estou sangrando de tanto sentir, imagine só!
Sou intensa demais, sinto por mim e pelos outros. E, mesmo agora que nem devia me importar, eu me importo. Estou sempre me ferrando. Porém eu continuo sendo essa idiota sentimental. Sei que estas palavras não têm sentido, mas mesmo com minhas ideias e sentimentos assim tão confusos e transbordando, eu preciso de escrever. Preciso colocar tudo em ordem aqui dentro. E por isso aqui estou. Com meu coração palpitando tão depressa e com tanta força quanto palavras jorram através dos meus dedos.
Sabe, nunca ninguém se importou em me procurar para ver como estou. Acho que nunca fui importante para ninguém, e por isso, todo o mundo me deixa para trás. Qualificam-me de boa amiga, ouvinte, doce, amável, porém para quê se daqui a pouco tempo já nem se lembram mais de mim? Eu não sou assim tão fria quanto pareço ser, e todos sabem disso, todos que me abandonam sabem disso. Todavia não sabem como lidar com o tamanho do meu amor, com o tamanho do meu carinho, com o tamanho da minha preocupação, com o simples tamanho de meus sentimentos. Sim, eu transbordo de sentimentos. Sou humana. Mas se calhar, não passo disso mesmo. Duma humana, sem brilho, nem máscaras, apenas uma frágil e pobre humana.”
Redbird.
“Ouço a chuva a cair lá fora, como se fosse o meu coração a bater quando chove aqui dentro. É uma bela e angélica melodia. Sabe, a imagem de um céu pintado com vários tons de cinza? Árvores com folhas verdes no fundo, e chuva caindo com toda a sua beldade? Parece que ela está num baile, e que eu estou a assistir à sua dança maravilhada.
Há quem não goste nada deste tempo, e que ache que só traz tristeza. Mas eu não acho nem penso assim. Há algo neste mau tempo que me cativa e que me puxa para ele. Se calhar é por o meu interior já ter tido tantos maus tempos, se calhar é por eu ser uma observadora nata das coisas e ver o melhor nelas, se calhar é por ter aprendido a adorar as coisas sem julgá-las. Não sei, só sei que esta melodia e esta imagem estão na minha mente como algo memorável, como uma prenda de Deus.
Este incrível tempo é o meu interior exteriorizado para o mundo. Mesmo sendo terrível a ideia de uma jovem tão nova ter um interior tão chuvoso, é mágico ao mesmo tempo. Porque por vezes temos que mergulhar na água para vir à superfície e finalmente observar o arco-íris.”
13 de junho, 2015. Redbird.
“Porque eu sinto, sinto com todas as entranhas do meu corpo, sinto com todas as forças da minha alma. E, por mais que eu pareça fria, e sem sentimentos, eu sinto. Acho que até devo sentir demais, demais para uma pessoa só. Sendo por isso frequente eu chorar, desabar no silêncio da noite deitada ou sentada na minha cama. Agarro-me às minhas pernas, e choro. Choro simplesmente. Por vezes, penso que a minha alma vai junto. Eu acabo gritando. Grito com a minha alma, e percebo, finalmente, que a minha alma só buscava aquele alívio. Alívio esse que só dura uma noite. Porque no dia seguinte, na manhã seguinte, aquela agonia e tristeza e dor e melancolia está de novo presa ao meu coração, à minha alma, ao meu corpo. Parece uma praga para falar a verdade. Uma praga de que não me consigo ver livre.
Você pode olhar para mim agora e ver um sorriso rasgado na minha face, mas no fundo esse sorriso não passa de uma máscara de alguém que já está habituada a sofrer em silêncio. Se calhar, por isso me acham fria e sem sentimentos. Porém é preciso me desvendar e me conhecer de verdade para entender isso, que eu disfarço minha dor. Ou tento. Tento porque há pessoas que me conseguem ver através de um simples olhar. Conseguem enxergar através de uma palavra mal dita, ou duma palavra não dita. Vêm até o que eu não consigo entender ou enxergar. Penso que até a própria noite já me desvendou, e já sabe quando eu vou desabar na sua companhia. Ela viu minhas crises, e irá sempre ver enquanto eu sofrer. Ela é a única real companhia para os meus colapsos, como Deus. Ambos me fortalecem, e me ajudam. Contudo, só consigo ficar bem por uma noite. Acho que nunca vou conseguir ser consertada. Vou ficar partida para sempre. Tal e qual uma boneca de porcelana no sótão.”
Redbird.
“Naquela noite saí porta fora sem rumo. Só pretendia desaparecer por um belo par de horas. Queria fazer falta no coração dessa gente ingrata! Caminhei por ruas que nunca tinha andando, e vi coisas maravilhosas. Imagens que meu cérebro nunca irá conseguir esquecer, pois é duma beleza angelical inimaginável. Animais, simples animais, agindo como hoje o ser humano não sabe mais agir. Protegendo suas crias, ajudando uns aos outros. Um amor incondicional e incontestável estava ali presente.
Sentei-me junto a uma árvore observando aquele esplendor. Não era só aqueles seres maravilhosos que me fascinavam e me estavam maravilhando. A própria natureza e céu que nos envolvia era como um abraço tão gratificante e purificante. Fiquei ali horas, só observando, e só sentindo cada sentimento fluindo pelo meu corpo. Estava enfeitiçada. Estava deixando aquele sítio apagar tudo de mal dentro de mim e implantar uma paz incrível.
O ser humano não é mais um ser dotado de humanidade. É o monstro que todos temem, mas que não enxergam nos próprios espelhos. É o monstro que está destruindo o resto da humanidade. Porém, neste momento a minha paz é o suficiente para que a minha humanidade não se deixe seduzir por falsas promessas.”
Redbird.
“Vejo-me de novo encurralada a olhar para a tela e, simplesmente não saber o que escrever. Tenho tanta coisa para dizer, mas tão pouco vocabulário para exprimir tudo da forma que é na realidade. Tenho dores reprimidas. Cicatrizes por desaparecer. Feridas por cicatrizar. Tenho uma voz rouca para puder gritar ao vento e aliviar minha alma de todas as dores. Tenho o corpo cansado da vida. Uma mente superlotada de pensamentos. Um coração deformado. Porém, um interior vazio. Dorido.
Por vezes sinto tudo dentro de mim a encolher-se de dor. Sinto picadas onde devia sentir paz. Sinto um vazio tão dormente contudo tão cheio de dor onde devia ter um mundo com borboletas. Não sinto nem ouço mais um coração batendo dentro de mim. Acho que ele se cansou. Como eu me cansei, de não avançar. De não superar. De não cicatrizar.”
Where do broken hearts go?
“Sabe aquela dor que você tenta esconder de todos ao seu redor? E por vezes até de si mesmo? Sim, essa mesmo. Você reconhece-a só por estas situações, mas se eu dissesse mais alguma coisa sobre, provavelmente você inconscientemente iria tentar escapar ao reconhecimento dela. Pois só o facto dela ser tão mortífera ao ponto de nos fazer doer e arder todas as nossas entranhas, nos faz querer esquecer que ela existe e que está ali. Só o facto de não querermos admitir que estamos a sofrer por acreditar que mais ninguém estará a sofrer, não pelos mesmos motivos, mas que está a sofrer e conhece muito bem essa dor. Há quem acredite que essa dor acaba ao longo do tempo, e há quem afirme que só quem sofre dela é que pode-se curar e não deve esperar pelo tempo. Eu sinceramente não sei se algum deles está certo. Acho que esta dor come-nos por dentro, e ao fim dum período, ela simplesmente parece que se desliga pois já não há praticamente nada para ela destruir. Ela continua lá, mesmo assim. Pronta para devorar qualquer sinal de melhoramento, qualquer coisa que esteja a vibrar de felicidade, qualquer coisa que se ilumine de alegria. Ela devora tudo, prendendo-se de novo ali dentro como se fosse rainha do nosso interior. É insuportável. E, infelizmente, pode ser mortífera. Mortífera não só pelo facto de matar tudo no nosso interior, como também pelo simples facto de nos levar à loucura de querermos cometer suicídio. Sim, loucura. Loucura porque sabemos que esse acto não só acaba com o nosso sofrimento como faz com que a dor se enraize e se prolongue noutra pessoa, ou até pessoas. A dor é simplesmente uma fome constante que se está sempre a apoderar-se das pessoas para sobreviver. O que é irónico, porque todas as pessoas tentam sobreviver neste mundo. Com tanta dor é a única maneira de não cederem à loucura, sobrevivendo através da dor.
Não sei o que cada um pensa sobre isto, não faço a mínima ideia mesmo. Porém eu tinha que falar sobre esta dor, porque estou farta dela sinceramente. E alguém pode também sentir-se como eu e saber do que falo. Ou não.”
Elastic Heart, clichés.
“Estou olhando para a caixa de texto, e não sei sobre o que poderei escrever. Há tantas coisas dentro de mim que preciso deitar cá para fora que nem sei em qual delas pegar. Apesar que parece que elas se enrolaram e são uma bola gigante a ocupar o meu coração. A dor é tão impossível de descrever. É como se proibissem a entrada de luz e felicidade dentro de mim. Não gosto de ser cliché, só que por vezes as palavras simplesmente fluem e só assim é que faz sentido o texto. O mundo parece que desaba cada vez mais a cada dia que passa. E eu? Tenho que segurar as pontas para que ele não desabe de vez. Tenho que ser eu a ser forte, mesmo sendo frágil. Irónico.
Já faz tempo em que estou nesta situação, e não melhorei, não saí deste buraco horrível que come cada vez mais a minha sanidade e me enclausura. Parece que a tristeza já faz parte de mim, do que sou. E isso é tristemente trágico. Porém verdade pura.
Hoje é um daqueles dias que estou com imensa vontade de chorar, que estou com uma enorme sensação que se não gritar ou chorar compulsivamente a dor me vai devorar do interior. É em dias como este que tenho que dizer o quer que seja que me vem na cabeça, porque senão a minha mente auto destrói-se. E, também é em dias como este que adorava que me entendessem e simplesmente me abraçassem. Sei que é impossível entender qualquer mente que seja assim, ou qualquer coração que já nem é bem coração, e por isso às vezes imagino como seria se pudesse simplesmente demonstrar através de raios-X. Como seria a reação das pessoas ao ver o inferno dentro de nós, de mim? Acho que nunca irei saber.
As dores têm uma capacidade magnifica de se juntarem numa só e destruir por completo a estrutura emocional como uma bomba atômica. Foi isso que me aconteceu, e que me acontece sempre que estou a um passo de fazer progressos. Estou desgastada. Cansada. Farta.
É incrível como em meros segundos passei de só olhar para esta caixa de texto para ter formado um texto. Texto esse que é cliché, complexo, e sem dizer que é puramente desnorteado.”
“Se lembra de há um ano atrás? Eu lembro. E melhor do que eu gostaria. Dói ver que você, vocês, e tu estrela, deixaram apenas isso, dor e sofrimento no lugar de vocês. E eu? Tenho que somente suportar esse peso que parece mais um navio completamente lotado de carga? Tenho que erguer minha cabeça porque é suposto não ‘deixar a coroa cair’? Tenho que fingir um sorriso cada vez que me olham? Tenho que camuflar todas as lágrimas, pensamentos, raiva, tristeza, dentro de mim? Tenho que ser forte, porque simplesmente tem que ser? Tenho que calar o grito que o meu coração está à espera para dar? Tenho que manter o meu coração vivo só porque é suposto ser forte? Tenho que… Puta que pariu! Eu sou humana. Tenho sentimentos. E apesar de tentar fazer esse monte de merda todos os dias, claro que eu explodo, claro que eu vou ao chão, claro que eu não aguento. Ninguém é de ferro. Ninguém é 'não humano’. Ou, ups, há monstros que realmente não são humanos. Mas esses mesmo assim não são de ferro. Nem mesmo Deus era, quanto mais!
Por muito tempo que eu tento combater este meu negro ser, este lado meu que esconde o meu melhor lado. A minha suicida. Mas ela é mais forte que sei lá o quê. É quase ou mesmo indestrutível. Também de que vale ser só eu a combatê-lo, se ninguém ao meu redor ajuda? Enfim. Eu tenho que tentar, só mais uma vez. Porque se não for eu, quem vai ser? O zé ninguém, só se for. Porém, recuso-me a demonstrar o contrário do que sinto, o contrário de como estou. Recuso-me. Porque a suicida neste momento, sou eu. E fingir? Não ajuda-me em nada. Terei que pegar no vidro quebrado e reconstituir a minha pele, juntamente com os colapsos do meu interior. Sozinha. E vou mostrar que sou capaz de me levantar como um arranha-céus, e ser feliz, sozinha.”