“Eu vi em você
o que faltava em mim.”
November, 1997. 
“Porque você é tudo o que preciso para ser feliz.”
November, 1997. 
“Você me faz transbordar de amor.”
November, 1997. 
“Não viva refém da mágoa e do rancor. Perdoe os outros, perdoe a si mesmo, e seja livre para sentir coisas boas!”
Flor de Lótus.
“Eu vou te amar, mesmo quando tudo o que nos restar, seja apenas escuridão.”
November, 1997.

Já não me sentia assim há meses. É como se uma navalha me estivesse a cortar as entranhas cada vez que me movimento. Sinto o sangue a jorrar, e os meus músculos a contrair de dor. Eu quero gritar, fugir dessa dor, mas não sei o que fazer. Me sinto impotente. Sinto um oco dentro de mim. Sinto que me estão a corroer por dentro. É uma sensação horrível, e a única coisa que me custa mais do que estar assim, é saber que sou invisível e, ao mesmo tempo, um saco de pancada.

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