Antes de você, eu não conhecia a verdadeira felicidade.
Paris, 1991.
“Eu quero viajar para sempre nesse mundo que só nos teus olhos eu posso ver.”
Paris, 1991.
“O seu sorriso é a mais bonita obra de arte onde os meus olhos já pousaram.”
Paris, 1991.
“O meu coração sorri sempre que eu te abraço.”
November, 1997.
“Até onde devemos insistir no que sentimos por alguém? Tudo tem um limite. Não vale a pena ficar sofrendo, correndo atrás, implorando ou rastejando por alguém que não está dando a mínima por você. Afinal que tipo de amor é esse que te faz sentir mal e triste ou invés de feliz e amada? Me diz, até onde vale a pena se sacrificar por alguém que não te dá valor? Ele pode até te tratar bem e te fazer sentir especial, mas no fundo, ele só deseja algo de você, ou está brigado com a namorada. Porque depois, ele corre para os braços dela no fim da noite. Ele diz tudo aquilo que você quer ouvir e sentir que é verdade. E, você? Você fica na banheira da sua casa, chorando, berrando, se perguntando o que ela tem que você não tem. O carinha pode ser o mais cafajeste, mas é por ele que vai correr atrás e insistir. E o outro que é o “certinho” não tem a menor chance contigo, afinal, ele presta, por isso ele não vale a pena insistir. Mas vamos por na ponta lápis… Se o carinha que presta não recebe o valor da garota que gosta, pois ela só dá valor ao que não presta, o mais sensato seria deixá-la de lado, e, um dia ele encontrará uma mulher que lhe dará o valor que merece. Mas não é assim que acontece. O carinha acaba se deixando levar e vira cafajeste, isso também acontece com a mocinha que não recebe o valor do “crush”. E, assim começa um ciclo vicioso de pessoas sofridas que magoam uns aos outros. Então, até onde vale a pena insistir por alguém?”
Imersivel na companhia de Reajustado.
“O sol está raiando de novo, mostrando ao mundo que é um novo dia. Mas será que é? Será que para o mundo é um novo dia, ou é só mais um dia? Será que esse novo dia, é bom ou a mesma escrotidão de sempre? Para mim não é um bom dia, não é uma boa semana, nem um bom mês. É tudo péssimo, porque a minha vida é péssima. Só encontro dor, e mais dor, e mais dor. E, sabe o que é pior? Não saber exatamente quando isso começou. Quando é que a minha vida começou a afundar, e a inundar-me de desilusões, coração quebrado, dor, sofrimento, ingratidão, abandono, solidão (…). É verdade, não podemos deixar esses sentimentos negativos toldar os positivos. Mas por vezes se torna complicado não olhar só para os negativos. Porque é mais disso que existe, do que coisas positivas. E, é nestes momentos, que eu te enxergo, te vejo do meu lado, a segurar a minha mão. “Vai ficar tudo bem, eu estou aqui agora.”, eu acredito em você por uns momentos, mas depois quando eu estiver sozinha, no escuro do meu quarto? Eu vou chorar, desabar, e gritar para a noite. Porque a dor é maior. E ela me enfraquece.”
Redbird.
Já não me sentia assim há meses. É como se uma navalha me estivesse a cortar as entranhas cada vez que me movimento. Sinto o sangue a jorrar, e os meus músculos a contrair de dor. Eu quero gritar, fugir dessa dor, mas não sei o que fazer. Me sinto impotente. Sinto um oco dentro de mim. Sinto que me estão a corroer por dentro. É uma sensação horrível, e a única coisa que me custa mais do que estar assim, é saber que sou invisível e, ao mesmo tempo, um saco de pancada.
“As pessoas querem que você fique bem de um dia para o outro, mas não percebem que não é assim que funciona. Não é estando dentro duma tempestade, que a calmaria vai chegar e dissolver tudo duma vez.”
Redbird, notas soltas.
“É você o meu porto seguro, que me tranquiliza, e me faz sentir segura quando tudo desmorona à minha volta.”
November, 1997.
“Com você, eu sou a melhor versão de mim mesma.”
November, 1997.
“Por mais que não queiramos, cada dia que passa é um passo em direção à morte.”
Redbird, notas soltas.
“Eu me sinto insegura, incapaz, de fazer você feliz apesar de você afirmar que já o faço. Porque, como você sabe, eu estou morta mas ainda respirando. Meus espinhos estão à superfície da minha pele, minha tempestade está à superfície do meu coração, minha guerra interior está à superfície do meu exterior. E isso, pode causar grandes danos, não só em você, mas também em mim. Nunca me perdoaria se o magoasse, eu o amo de verdade. Amo com tudo o que tenho, e com tudo o que não tenho. Amo sem saber como demonstrar ou explicar. Amo simplesmente.
Você me acalma, acalma esse emaranhado de sentimentos e confusões emocionais. Basta sorrir para mim, basta me abraçar, basta me dizer que me ama. Você é a minha calmaria. Porém até quando você vai conseguir me manter calma? A mim e aos meus sentimentos? Até quando vai conseguir dominar meus espinhos e tocar minha pele? Até quando vai conseguir sobrepor-se à minha tempestade e transforma-la em primavera? Até quando vai conseguir manter a paz interior e, exterior e poder enraizar-se em mim? Até quando?
Eu sei que sou confusa, bipolar, e meia neurótica, mas meu bem, eu só tenho receio do caos e dano que lhe posso causar. Porque eu sou o caos, o erro, o dano. E, infligir isso a você me rasga o coração.”
Redbird.
“O seu sorriso é a razão do meu existir.”
November, 1997.
“Eu olho para você e vejo nosso futuro espelhado em seus olhos.”
November, 1997.
“Porque pensar em você já faz parte do meu dia-a-dia.”
November, 1997.